"Eu acho que nunca vou superar o fato de você gostar de mim e ainda assim preferir a distância. Me sinto uma garotinha chata e irritante igualzinha a minha irmã e você não tem ideia de como isso é trágico. Tu não é o único cara do mundo, tampouco o único que mantém interesse em me levar a sério então não entendo a droga da sua resistência quando o assunto trata de nós dois. Eu gosto de você e me sinto uma otária por admitir isso quando você sequer se dá conta de que teus fins de semana são um inferno sem mim. Não vai existir outra garota com o mesmo beijo que o meu, a mesma tonalidade dos olhos, a mesma vontade de viver, com a mesma pinta no pescoço, o mesmo cheiro e a mesma necessidade ridícula de te pedir pra ficar quando você já está indo embora sem a mínima intenção de permanecer. Então larga a mão de ser idiota e vem logo. To te esperando. Às dez, no lugar de sempre. Você não vai se arrepender. Aliás, você nunca se arrepende quando se trata de nós dois."
"É estranho quando as coisas simplesmente têm de terminar. É o estágio onde todos os sentimentos já evoluíram para um nada. É o nada que você optou para parar de sentir dor. No início você briga, chora, faz drama mexicano. Então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. Acostuma-se… Não que pare de doer, mas que cai no seu entendimento que às vezes perdemos algo e não há solução. No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser. Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros. É isso."